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Por José Benedito da Silva
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Victoria Bechara, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Adriana Ferraz. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
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Cappelli: ‘Estamos monitorando se há ameaças. Por enquanto não há’

Secretário-executivo do Ministério da Justiça fala sobre a preocupação com o dia 8 de janeiro, a prisão do miliciano Zinho e a sucessão de Flávio Dino

Por Valmar Hupsel Filho
Atualizado em 26 dez 2023, 18h38 - Publicado em 26 dez 2023, 18h25

Representantes do governo Lula, dos poderes Legislativo e Judiciário e da administração do Distrito Federal realizaram nesta terça-feira, 26, a primeira reunião preparatória para estabelecer quais serão as medidas de segurança a serem adotadas no evento do dia 8 de janeiro de 2024 que marcará a passagem de um ano da invasão e depredação das sedes dos três Poderes, em Brasília, promovidas por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro insatisfeitos com o resultado da eleição.

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Justiça,Ricardo Cappelli, uma nova reunião, no dia 4 de janeiro, vai definir as ações que serão tomadas para impedir que os episódios de barbárie política se repitam na capital federal.

A gaming z trio msi Cappelli disse que, até lá, órgãos de inteligência seguirão monitorando possíveis ameaças de manifestantes aos eventos do dia 8 de janeiro, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os chefes dos poderes Legislativo e Judiciário e outras autoridades irão relembrar o aniversário de um ano dos atos golpistas e a necessidade de o país estar atento à defesa da democracia.

Cappelli também falou sobre a sucessão no Ministério da Justiça, as operações contra o crime organizado no país e a prisão do miliciano Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho, considerado o principal chefe de milícia no Rio de Janeiro. Leia os principais trechos da entrevista:

O que ficou definido na reunião de hoje? Foi uma reunião de alinhamento para trocarmos dados e informações. Estavam presentes representantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional, Secretaria Nacional de Segurança Pública, Gabinete de Segurança Institucional (GSI), segurança da Câmara, segurança do Senado, segurança do STF, Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. A partir de agora, começa um trabalho técnico de detalhamento de questões operacionais. No dia 4, às 10h, faremos uma nova reunião para afinar o Plano de Ações Integradas de Segurança Pública, que define as responsabilidades de cada ente. Em paralelo, os órgãos de inteligência das agências vão trocando informações para medir a temperatura. Até o momento não há nada que cause preocupação.

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Já se falou da possibilidade de haver um ato de bolsonaristas em Brasília no dia 8. Isso está sendo monitorado? Sim, está sendo monitorado. Mas, veja: os atos fazem parte da democracia. Não há nada de irregular em fazer um ato, uma manifestação. O que não pode ocorrer são manifestações que atentem abertamente contra os poderes constituídos. Então, com muita tranquilidade, com muito equilíbrio, temos feito esse monitoramento, mas muito cuidadoso no sentido de verificar se há efetivamente alguma ameaça. Até o momento não há.

A Esplanada dos Ministérios será fechada no dia 8? O ato será às 15h com os presidentes dos três Poderes, com os ministros do governo, com os ministros das cortes superiores, com deputados e senadores, governadores, presidentes dos Tribunais de Justiça dos estados, com presidentes das Assembleias Legislativas e também representantes da sociedade civil. Será um ato de celebração democrática, para comemorar o fortalecimento da democracia no Brasil. É um dia simbólico. Então, haverá as falas dos chefes dos Poderes, será exibido um vídeo que está sendo preparado pela Secom (Secretaria de Comunicação), exibição de obras de arte e de peças simbólicas que foram destruídas e recuperadas. Será um ato de simbolismo muito forte. Neste sentido, não está sendo considerado o fechamento da Esplanada. Neste momento, estamos cogitando fazer um bloqueio a partir da Avenida Presidente José Sarney, com uma operação padrão semelhante à que foi adotada na posse do presidente Lula.

“Os atos fazem parte da democracia. Não há nada de irregular. O que não pode ocorrer são manifestações que atentem abertamente contra os poderes constituídos”

O público terá acesso à praça dos Três Poderes? Em princípio não. A princípio, haverá um bloqueio na Praça dos Três Poderes até a Avenida Presidente José Sarney. Mas isso é uma coisa que ainda será definida. Até a véspera do evento isso pode mudar a depender das circunstâncias.

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Como o senhor avalia a ação que resultou na prisão de Zinho, considerado o principal chefe de milícia do Rio de Janeiro? A prisão é um fato importante, mas é parte de um processo. Não adianta prender o Zinho e surgirem outros Zinhos. Nós temos que ir na espinha dorsal da organização criminosa, atacando suas operações, suas conexões e a sua movimentação financeira. Esse é o trabalho ao qual a Polícia Federal continua dando sequência.

Quais são os próximos passos? Há uma série de investigações em curso na PF do Rio de Janeiro. Acredito que isso vai seguir tendo consequências. Neste tipo de ação, não há bala de prata, não há fórmula mágica. É um trabalho cotidiano para desarticular essas organizações.

Qual é a avaliação que o senhor faz da GLO (Garantia da Lei e da Ordem) em portos e aeroportos de Rio e São Paulo? O legado mais importante da GLO não são os números. O mais importante é o processo de integração. Temos PF, PRF, Força Nacional, Secretaria Nacional de Segurança Pública, Receita Federal, Marinha, Exército e Aeronáutica atuando nesses pontos em perfeita harmonia. Isso é inédito na história do Brasil. São atores organizacionais diferentes trabalhando em harmonia, se complementando, integrando inteligências e integrando ações.

O senhor é apontado como um dos cotados para assumir a vaga de Flávio Dino no Ministério de Justiça e Segurança Pública. Já foi procurado para falar sobre isso? O ministro Flávio Dino segue ministro até pelo menos meados de janeiro. E a gente segue trabalhando normalmente. Claro que há uma expectativa em torno da saída dele, mas a política tem um tempo e o trabalho cotidiano tem outro tempo. E todos os dias há questões a serem resolvidas (no ministério). Então, continuamos trabalhando com muita tranquilidade e com confiança nas decisões que o presidente Lula tomará, que, com certeza, serão as melhores para o país.

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Acha que o ministério deve ser dividido ou Justiça e Segurança Pública devem permanecer juntas? O mais importante, para mim, é a manutenção da política. É ela que define as ações, que dá consequências, o que traz resultado.

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